Uma tartaruga claustrofóbica,
Enjaulada, se perde no silêncio da sala.
Leve ou pesado,
Mas sempre com o peso necessário.
Ela vive com um vácuo no peito
Que é raramente suspeito
Pelo semblante do vulgo que sofre.
A falta nunca está no rosto,
A falta é guardada em um cofre.
Seu casco áspero e insensível exala dor.
Não sente estímulo, nem qualquer furta-cor.
Inquieta recorre aos tempos mérito
E a mente reprisa um prefácio pretérito.