A sociedade pós-moderna criou modelos de felicidade. Desde a Revolução Industrial os modelos de produção, para manter a grande escala, têm focado na padronização dos produtos. Para padronizar um produto, as corporações muitas vezes padronizam um ideal, muitas vezes inalcançável. A internet potencializou a difusão desses modelos, como se um padrão de vida fosse o ideal universal de felicidade. Muitos se prendem a um momento de felicidade, através de um registro em uma rede social, mas não consideram todo o contexto da vida. A vida vai muito além de um registro efêmero. Ideais éticos materializam objetivos inalcançáveis e no meu pensamento isso é o que traz felicidade. Objetos oriundos da globalização são válidos e têm funções essenciais na comunicação, mas eles vêm tendo suas funções desviadas para criar uma sociedade de espetáculos, onde tudo é encenado.
Essa síntese de pesamento vem da minha compreensão das obras de Bauman e Guy Debord.